
Mayara Mariotto
"Oie! Eu sou a Mayara Mariotto e eu tô aqui hoje para te passar uma mensagem intuitiva, atemporal e sem um tema pré-definido!" Aposto que vocês conhecem bem essa introdução, não é mesmo?
Mas aqui, gostaria de falar mais sobre a Mayara que você provavelmente não conhece:
Me chamo Mayara, sou atriz, taróloga, Reikiana e astróloga em formação.
Mas, antes disso, eu sou a Mayara mãe de pet: Thor (meu anjinho que hoje tá no céu), Maple (minha menina canadense de 6 aninhos) e a Kiara (minha bebê adotada há pouquinho tempo, uma serelepe). Sou filha da Maria e do Cicero, uma mistura de ancestralidades de portugueses, indígenas, italianos e africanos. Sou geminiana, com ascendente em touro e a lua em aquário.
Estudei Direito na FACAMP, mas não finalizei. Cheguei no sexto semestre e entendi que o direito não era para mim. Trabalhei com exportação de metais não ferrosos no campo da reciclagem de materiais e me mudei para Toronto, no Canadá, para estudar Business-Marketing no Seneca College e me graduei em meio à pandemia da Covid-19.
Meu primeiro despertar espiritual veio aos 30 anos de idade, ao mesmo tempo que eu resolvi vir embora do Canada para auxiliar no tratamento da minha sobrinha e afilhada que estava com uma doença terminal. A passagem dela para o outro plano me fez olhar para dores enraizadas desde minha infância, pois perdê-la me fez reviver a passagem da minha irmã mais nova, quando eu tinha 17 anos e ela 14. Passei por uma grande e dolorosa noite escura da alma (eu chamo de noite escura do ego, pois para mim, a alma tá de boa, quem sofre mesmo é o nosso ego, que está sendo desfeito: tudo o que cremos e nos apegamos é desfeito).. Eu já fazia terapia com psicólogo (análise), mas esse despertar me fez (por livre e espontânea pressão) me abrir para minha espiritualidade, uma coisa que eu sempre fugi de fazer.
Fui conhecer o candomblé, centro espírita, fiz desenvolvimento mediúnico na Umbanda, fiz uso das medicinas da floresta como Ayahuasca, Rapé e Cacau medicinal (para cura do sagrado feminino) e entrei em conexão à minha cigana, pois o tarot sempre foi uma paixão que eu neguei (crenças de uma criação católica, não vou negar). Dai fui estudar o tarot de forma mas aprofundada e terapeutica, assim como o Baralho Cigano, Runas e variados oráculos e tarots diferentes.


